Esquema de Alarme

Oscilador de 8 Tons

Esquema de Alarme, Esquemas Gerais

O oscilador apresentado produz 8 sons diferentes, dependendo do interruptor que seja pressionado. Diversas são as aplicações possíveis como, por exemplo, uma campainha que permite identificar pelo tom de onde provém o chamado. Ele também pode ser usado em um brinquedo de efeitos sonoros para crianças. Ligando as saídas de acionamento a um seqüencial com o circuito integrado 4017, podemos ter um sistema de efeitos sonoros. Enfim, a utilização final ficará por conta apenas da imaginação do leitor.

Os tons produzidos dependem dos resistores ligados em cada chave, os quais podem ser alterados à vontade dentro da faixa de 33 k ohms a 4,7 M ohms.O capacitor de 22 nF também pode ser modificado em função do tom desejado. A alimentação pode ser feita com 4 pilhas ou bateria de 9 V. Para uma alimentação de 12 V, o transistor BC558 deve ser trocado pelo BD1 36. O alto-falante tanto pode ser um pequeno tweeter de 8 ohms quanto por um alto-falante comum de 5 a 10 cm de diâmetro.

Fone alerta

Esquema de Alarme

A finalidade desse circuito é monitorar, via linha telefônica, um alarme. O usuário deverá ligar para o telefone onde o circuito está conectado e, se o alarme estiver disparado, haverá um envio de um sinal na forma de tom e a carga (lâmpada) será ativada, o que ocorre com CH¹ na posição B.
Caso a chave esteja na posição A, o circuito ativará a carga independentemente do alarme, apenas com a ligação.
Funcionamento quando houver uma chamada, Q¹ acionará disparando o 555 mono estável, isso se CH¹ estiver na posição A, o que leva sua saída ao nível alto. Este nível permanece durante 50 segundos aproximadamente, o que vai ativar o relé via Q².
O Cl¹ como astável fará com que a mudança de nível seja memorizada nos dos flip-flop do 7474, o qual é responsável pelo acionamento da lâmpada.
O alarme deve funcionar de maneira que, na condição fechada, (ativado) deve manter a entrada ok do flip flop no nível baixo. O alarme disparará quando a entrada for ao nível alto. Observe que este circuito tem um pólo comum com a rede de energia, já que é dessa forma que se faz o disparo do TRIAC que controla a lâmpada. Para evitar problemas de conexão a linha de um pólo de rede, seria conveniente fazer o disparo do TRIAC por meio de acoplador óptico ou então utilizar um relé.

Sistema de alarme residencial

Esquema de Alarme

O circuito utiliza somente transistores de uso geral, e de média potência, sendo portanto imune a descargas elétricas( o que não ocorre com os tipos que empregam CMOS e JFETs). O circuito prevê ainda o uso de diversos tipos de sensores e possui um temporiza dor formado pelos dois transistores BC338, que determinam o tempo de acionamento sirene.
O relé usado pode ser de qualquer tipo de 12 V com dois contatos reversíveis, e com carga podem ser utilizadas lâmpadas, sirene, etc. A fonte é um carregador de bateria que, mantém uma bateria de carro estado de carga permanente. Isso significa que o alarme permanece ativo mesmo se houver um corte de fornecimento de energia.

Tranca anti-roubo temporizada

Esquema de Alarme, Esquema de Fechaduras

Este circuito se destina especificamente a proteção de automóveis. Trata-se de um sistema que imobiliza o veiculo no caso de roubo, isso depois de aproximadamente 1 minuto de funcionamento. O circuito consta de 2 temporiza dores. Um deles transistorizado em configuração Darlington é responsável pelo acionamento do relé depois do tempo previsto,imobilizando o veiculo pelo sistema de ignição.
A segunda, usa um integrado 555 que após um tempo de aproximadamente 11 segundos, aciona um reed que é responsável pelo restabelecimento do sistema deixando-o em condições da espera. A chave S2 é na realidade formada pecos dois interruptores das portas do veiculo e S1 deve permanecer em lugar escondido, mas de fácil acesso pelo proprietário.
Suponhamos que o sistema esteja instalado; ao abrir a porta do carro S1 será ativada e depois de aproximadamente 1 minuto o relé é energizado aterrando o negativo da bobina de ignição, e com isso cortando o centelha. Com isso o automóvel “morre” se estivermos dentro do veiculo, antes de sair pressionamos S1 por um momento, e teremos uma temporização de 11 segundos para fechamos a porta quando então o sistema se ativa automaticamente.

Auto alarme infalível

Esquema de Alarme

Este circuito dispa um alarme ( no caso buzina) e ao mesmo tempo corta a alimentação do sistema de ignição, em caso de haver a tentativa de roubo de um carro. O circuito é acionado por um sistema infravermelho.
Na figura 1 temos o diagrama do receptor, que deve ficar como sensor em ponto visível no carro. Este sensor é um foto transistor que recebe o sinal de um transmissor.


Temos , além disso, as chaves sensor as que são colocadas nas portas dos veículos de modo a serem acionadas na sua abertura. O circuito de transmissor infravermelho de controle é mostrado na figura 2.


Usamos este transmissor para ligar e desligar o alarme, bastando para isso apontar o emissor para o sensor e pressionar S¹.
O funcionamento geral pode ser resumido da seguinte forma: quando se pressiona S¹, o foto transmissor recebe o sinal infravermelho e o envia a dois transistores que excitam diretamente um 4017. Na saída do 4017 é ligado um relé que faz a comutação do alarme, ligando e desligando-o.
A alimentação vem da própria bateria do carro, sendo feita a sua ligação conforme mostra a figura 3.

 Nesta figura também temos o modo de intercalar o circuito do próprio carro ajuste de modo que ele seja cortado em caso de disparo.
O LED serve para indicar quanto o alarme está ativado.

Alarme residencial

Esquema de Alarme

Este alarme residencial tem dois tipos de sensores. O primeiro é um foto- transistor que permanece iluminado por uma fonte de luz qualquer, como por exemplo uma lâmpada. Quando a luz é interrompida, o alarme dispara ativando o sistema de aviso. O segundo é o sistema tradicional de fio fino enlaçado nos locais a serem protegidos, o que, rompido, provoca o disparo do sistema de aviso.
O circuito é alimentado com uma tensão de 8 V que pode vir 4 pilhas grandes e apresenta uma corrente muito baixa na condição de espera (figura1).
Os circuito dos sensores são separados, ativando um SCR que aumenta um oscilador de áudio com dois transistores. Como o SRC se mantém disparado, mesmo que os sensores sejam rearmados, existe um interruptor de pressão para fazer o alarme, em pêndulo, com SCR
O alto-falante de 8 º deve ter bom rendimento para maior volume de som. O eletrolítico é de 12 V ou mais, a todos os resistores são de 1/8 W. R5 e C1 determinam a tonalidade do som emitido podemos ter seus valores alterados. Para maior sensibilidade do sensor óptico, o foto-transistor deve ser dotado de uma lente convergente a sua frente, apontando para fonte de luz. 

  

Alarme para autos

Esquema de Alarme

Este alarme ao ser disparado aciona a buzina do carro de modo intermitente durante 1 minuto.
O circuito mostrado na figura 1, tem por base um oscilador principal que opera na freqüência de 2 Hz e um temporiza dor de 60 segundos (este tempo e a freqüência podem ser alterados bastando para que os componentes tenham seus valores modificados). O circuito é disparado por um sensor de pêndulo.
Para colocar em ação o circuito temos a chave “start” (partida) que deve ser acionada quando o proprietário deixa o veiculo. O proprietário tem 7 segundos aproximadamente ( que também pode ser alterado) para fechar o carro. Depois desse tempo qualquer tentativa de roubo com o balanço do veiculo vai disparar o alarme.


Quando o proprietário entrar no veiculo ele deve acionar a chave “stop”, que desativará o alarme. Para acionar novamente é só seguir o procedimento já descrito. As operações são todas monitoradas por LEDs.
Quando o circuito é alimentado temos o reset automático. Os resistores são todos de 1/8 W e os capacitores devem ter tensões de trabalho de pelo menos 16 V, Recomenda-se desacoplar a alimentação com um capacitor de 100 uF x 16 V entre o positivo da alimentação e a barra. O transistor deve ser dotado de radiador de calor. Na figura 2 temos, pormenores de pêndulos.
Uma opção para o caso da buzina exige uma corrente maior do que a que o transistor fornece é a utilização de um relé. Neste caso, os transistores podem ser substituído por RD135 por exemplo, sem radiador de calor.

Alarme de aumento de temperatura

Esquema de Alarme

Este circuito pode ser usado para monitorar a temperatura de aparelhos sensíveis ao calor como microcomputadores etc.
Fazendo algumas modificações é possível excitar um relé que ative dispositivos de refrigeração como mini=ventiladores etc.
O ajuste é feito submetendo-o termistor (NTC) a temperatura de disparo (por exemplo 20ºC) ajustando P¹ para uma posição em que a cigarra Plaza elétrica aos ( Observe que está é uma cigarra e não um simples transdutor, devendo ser do tipo que opera com tensão continua e não como sinal de áudio).
Para usar o aparelho basta colocar o terminstor no local a ser monitorado e ligar a alimentação.
O termistor é do tipo que apresenta uma resistência a frio 100 a 200 ohms.
Se o termistor tiver característica diferente devemos alterar R1. a alimentação é feita com uma tensão de 12 V e para maior precisão, P¹ pode ser do tipo multi voltas. O zener 1N4735 é de 6,2 V para 400 mW.    

 

Módulo com despertador e timer programáveis de 1 minuto a 24 horas

Esquema de Alarme

O circuito proposto. Além de funcionar como um relógio e despertador, permite ativar e desativar por programações cargas como, eletrodomésticos, TV, som e equipamentos de laboratório. Está programação pode variar entre 1 minuto até 24 horas.
O coração do circuito é o modulo MA1002-G, um relógio bastante popular que é encontrado no mercado brasileiro.
Na revista saber eletrônica 205 temos mais informações sobre o módulo em questão.
O circuito é simples e a única dificuldade consiste no fato de que o transformador usado deve ter 3 secundários. Se não for encontrado no comércio o leitor deve mandar enrolá-  lo  em casa especializada.

FUCIONAMENTO

Detalhes sobre o acerto de horas, minutos e programação de alarme são fornecidos na Saber Eletrônica 205.
A chave S5 na posição de ativar permite ligar a carga em função da programação do alarme e na posição desativar permite desligar a carga.
A chave S6 permite selecionar entre a ativação do despertador e a ativação do relé.
A chave S7 deverá ser acionada sempre que houver uma programação já que ela reseta o 4017 deixando-o livre e destravado para receber os pulsos do MA – 1002 via portas NAND Cl 1 e Cl 2. A ligação das portas ao MA deverá ser feita em função do nível lógico encontrado nas saídas E4 e E5 do MA 1002.
Se ambas as saídas estiverem com nível 0, uma delas será ligada a porta Cl 2. Se apenas uma tiver o nível 1, está deverá ser ligada ao Cl 1.
A medição do sinal deverá ser feita em relação ao Vss e ao Vdd do MA 1002, indicados no esquema e com alarme desprogramado além do alto-falante desconectado.   
A ligação entre a saída de Cl 2 e a entrada de Cl 1 deverá ser feita por um jumper porque se Cl 2 não for usada, a mesma deverá ser isolada de Cl 1. O relé empregado é o G1RC2 que pode comutar carga de até 10 A. A aponta retificadora V1 pode ser qualquer tipo. O secundário nº1 do transformador é de 16 V x 23 mA, o nº2 de 2,5 V x 250 mA e o nº 3 de 18 V x 250 mA.
O primário deve ser de acordo com rede local.

Alarme de falta de energia e sistema de iluminação de emergencia

Esquema de Alarme

Este circuito reúne num único sistema três dispositivos de grande utilidade: Alarme de falta de energia, Iluminação de emergência e também um recarregador de bateria. (figura)

A iluminação é feita através de uma lâmpada de 12V ligada a uma bateria de carro.

O funcionamento do circuito é o seguinte: enquanto houver energia na rede o transformador estará energizando o relé K1 o qual manterá desligado o sistema de aviso. Na falta de energi

a o relé desenergiza e ativa o sistema de alarme sonoro e luminoso.

O sistema de alarme é formado por um oscilador de áudio acoplado a um pisca-pisca e todo o sistema é alimentado por uma bateria de carro.

Para desligar o sistema é só atuar sobre S1. Para se obter a iluminação da lâmpada L2 é só acionar S3. Esta lâmpada poderá ser usada para iluminar determinado local por tempo que depende da capacidade da bateria usada.

Quando a energia voltar, se a bateria estiver fraca, basta acionar S4 que entra em ação o recarregador. O tempo de recarga é de 7 a 12 horas para uma bateria que esteja fraca. A lâmpada L3 é obrigatória no circuito, pois limita a corrente de carga.

Prova e Uso:

Posicione S1 conforme a rede local, ligue S2 e desligue S3 e S4. Ligue o cabo de alimentação na tomada e ligue os conectores na bateria observando a polaridade. Desligue o cabo da tomada. O sistema de alarme sonoro e luminoso deve ser acionado automaticamente.

Para desligar o sistema use S2. Ligue S3. A lâmpada L2 deve acender com o máximo brilho. Caso L2 não acenda com o máximo brilho, ligue novamente o cabo de força na tomada e acione S4 para que a bateria entre no processo de recarga. Depois da recarga refaça os testes.

Feito os testes e estando o aparelho pronto para instalação definitivamente é só usá-lo.