Esquema para Instrumentos

Teste de FLY-BACK

Esquema para Instrumentos

Este circuito permite a verificação dos enrolamentos de qualquer tipo de fly-back.
Funcionamento: se o enrolamento estiver em bom estado, o oscilador com base em Q¹ gera um sinal de RF que é detectado por D¹, acionando o circuito indicado, formado por Q², Q³ e M¹, X¹ e X² são as pontas de prova ou garras de jacaré, que devem ser conectadas aos terminais do enrolamento em teste. O capacito C6 deve ser eletrolítico para 10 ou mais. M¹ não critico e pode ter até 2 mA de fundo de escala. A alimentação pode ser feita por meio de bateria de 9 V e P¹, serve para ajustar fundo o de escala. Também podem ser testados enrolamentos de transformadores com núcleos de Ferreti e choque de RF; 

Sistema de proteção de fonte

Esquema para Instrumentos

Pressionando-se S¹ neste circuito, o relé e a corrente pode circular normalmente pelo circuito de carga.
No entanto, em caso de curto-circuito, a tensão na bobina do relé cai a ponto de desarmá-lo e, nestas condições, a corrente é interrompida pela sua abertura.
Com abertura dos contatos do relé e conseqüente interrupção da corrente na carga, o relé e também alimenta um alarme sonoro que consiste num oscilador de áudio.
O oscilador de áudio é alimentado pela própria fonte.
Somente com a retirada da causa da sobre carga no circuito é que a fonte pode ser rearmada, pressionando-se S¹.

Rejuvenescedor de cinescópios 2

Esquema para Instrumentos

Este circuito não deve faltar na bancada do técnico reparador de televisores. Quando tivermos um tubo desgastado pelo tempo, com a imagem “fraca”, é possível haver uma boa recuperação com a reativação da emissão, o que pode ser feito com o circuito rejuvenescedor de cinescópios.
O transformador usado neste projeto foi aproveitado de rádios valvulados.
O resistor R. é de 10 Kº x 10 W, e ligado em serie com a lâmpada L¹ garante a limitação de corrente em caso de curto-circuito no TRC, evitando assim danos ao transformador.
Para usar o aparelho basta ligá-lo a rede, conectar o soquete e depois pressionar o interruptor S¹ por 2 ou 3 vezes consecutivas. L¹ é uma lâmpada de 40 W. Não se recomenda potência maior. Pois haverá mais corrente no TRC e isso pode danificá-lo Se com o uso do aparelho não for possível reativar um TRC, não resta outra solução a não ser a sua troca.    

Rejuvenescedor de cinescópios

Esquema para Instrumentos

Eis um circuito de utilidade para os reparadores de TV. O circuito deve ser usado da seguinte maneira:
a) Deixar o televisor deixado por 10 minutos antes usar o aparelho.
b) Ligar o aparelho no tubo com filamento em 7 V por 3 minutos e depois passar a chave HH para “excitação” (CD).
c) Repetir a operação acima até o ponteiro do miliamperímetro apresentar deflexão total.
d) Caso não se consiga deflexão, aumentar tensão de filamento aos poucos, se chegar aos 10 V conseguira deflexão do instrumento, então a única solução será a troca do tubo.

Osciloscópio de LEDs

Esquema para Instrumentos

Este circuito permite a visualização das formas de ondas de sinais de baixa freqüência (até algumas dezenas de quilohertz) com uma definição que depende da qualidade de LEDs usados, no caso, 100 unidades.
O LM3914 funciona como um indicador de ponto móvel, onde o ponto desloca-se para cima e para baixo de acordo com a variação da intensidade do sinal aplicado à entrada.
Os ajustes são feitos em P¹ e P2 que estabelecem os limites desta execução em função da amplitude dos sinais que devem ser observados. Já os transistores T¹ e T² cada qual conduz em um ciclo de sinal, desta forma, o T¹, (PNP) quando conduz, derruba a tensão de 2,5 V ao um nível corresponde à amplitude do sinal, Enquanto T² (NPN) aumenta desta tensão acima dos 2,5 V presentes na entrada do 3914 apresentando desta forma, as formas de onda do sinal já que o ponto zero é no centro, conforme ajustada a tensão em P¹.
A varredura junto com oscilação para cima e para baixo, faz com que o sinal de entrada seja “desenhado” na matriz de LEDs, isso através de um seqüencial com o circuito integrado 4017.
A freqüência de varredura é ajustada num potenciômetro de 47 Kº ligado a um astável com o conhecido circuito integrado 555. Veja que este oscilador não é gatilhado, de modo que o ajuste do ponto de varredura que permita uma melhor observação de um sinal. Um melhoramento para este projeto seria incorporar um oscilador gatilhado para está finalidade, caso em que uma imagem astável seria facilmente obtida.
Alimentação do circuito é feita com uma tensão de 5 V e os LEDs são todos comuns, vermelhos ou outra cor. Para melhor definição da imagem, eles devem ser montados o mais próximo possível.

Multímetro simples

Esquema para Instrumentos

Utilizando um galvanômetro de mA x 50 º este simples multímetro pode medir resistências e tensões continuam em 4 escalas. Sua sensibilidade é de 100º/V, o que não é muito mas pode ser amplificada com a utilização de um galvanômetro de 200 uA. Neste caso, troque os resistores das escalas de tensões por outro 10 vezes maiores e teremos um instrumento com sensibilidade de 1 000º/V.
A chave S1 seleciona as tensões de fundo de escala, enquanto que S2 faz a troca de funções. Na posição desenhada, temos a função de medida de resistência, com o ajuste de zero feito no trim-pot de 47 Kº. Na posição temos as funções de medidas de tensões.
As duas pontas de provas são conectadas: a primeira sempre na tomada P1 ( que é comum a medida de tensão em resistência, a outra, quando se mede tensão é ligada em P2 e quando se mede resistência, ligar-se em P3.
O trmp-pot de 47 Kº pode ser menor (22K), mas para a utilização de um instrumento mas sensível pode ser necessário aumentá-lo de valor. 

Injetor/seguidor sinais com provador de continuidade

Esquema para Instrumentos

Este aparelho pode realizar três funções de grande importância da bancada de experimentador.
Uma chave de 3 pólos x 3 posições permite selecionar as funções do aparelho que é alimentado com a bateria de 9V (figura).
Numa função os transistores operam como um multivibrador astável gerando um sinal rico em harmônicas para a prova de equipamento de áudio e RF.
Temos então um injetor de sinais, na posição, as pontas de prova de continuidade ficam em serie com a alimentação e um transdutor piezelétrico é colocado no circuito (Buzzer cerâmico), havendo então a prova sonora de circuito externo.
E, na ultima posição os transistores atuam como amplificadores de sinal havendo a reprodução do Buzzer, no caso em que temos um seguidor de sinais de áudio. Os resistores são de 1/8 W e os capacitores são cerâmicos.
Os transistores podem se substituídos por equivalentes.

Fonte simétrica regulável

Esquema para Instrumentos

Esta fonte simétrica regulável possui proteção contra curto circuito na saída e tem excelente estabilização.
O circuito tem dois setores: negativo e positivo. Na parte positiva foi usado o LM317, e que um regulador de tensão ajustável entre 1,2 V e 35 V com uma corrente de 1 A. Nesta configuração, o potenciômetro P¹ permite regular a tensão segundo a carga alimentada.
Com a utilização de um transistor booster neste circuito que é Q² podemos obter uma corrente maior na saída, em torno de 3 A.
No setor negativo usamos o LM337, que tem as mesmas características do LM317, apenas operando com polaridade inversa; também temos um transistor booster, mas complementar de Q² para obter neste a mesma corrente.
A ponte pode ser feita com 4 diodos 1N5404 e o transformador tem secundário de 24 + 24 V com 3 A.
Os transistores de potência e CLs devem ser montados em bons radiadores de calor.
O autor tem está fonte em sua bancada funcionando satisfatoriamente a mais de 3 anos.

Fonte de alimentação com controle de toque

Esquema para Instrumentos

Está fonte de alimentação fornece uma saída variável de 0 a 20 V aproximadamente. Ajustada pelo toque de dois sensores A corrente máxima de saída é fixada em 2A. A saída possui proteção contra curto-circuito e ainda um alerta sonoro-luminoso para avisar o operador .
O controle da tensão de saída é feito por um amplificador operacional com FET do tipo CA3140 e um transistor de potência, tendo como referência a tensão do capacitor C5 que pode ser carregado pelo toque dos dedos do operador nos sensores metálicos X1 e X2 respectivamente. Este capacitor deve ser de boa qualidade para não apresentar fugas, mantendo assim a tensão por longos intervalos de tempo, pois a elevadíssima impedância de entrada do operacional impede que a carga se escoe. Para a proteção contra curto circuito utiliza-se o SCR1 que, ativado, aciona o relé K1, desconectando a carga de saída. O capacitor C6, na comporta do SCR, evita que ele dispare com variações rápidas de corrente de saída ou com ruídos na linha de alimentação. Na ocorrência de curto-circuito é autorizado o funcionamento do alarme formado pelas portas NOR do integrado Cl-3. O sinal gerado é amplificado pelo transistor Q2 e entregue ao led e ao alto-falante quando se tem, ao mesmo tempo, o som reproduzido no alto-falante (BIP-BIP) e o acionamento do led. O interruptor de pressão duplo (S3) é usado para “zerar” a fonte já que ele, simultaneamente, desaciona o relé e anula a tensão de referência.
Para a montagem não se deve esquecer a necessidade de um bom disparador de calor para o transistor Q1 e o aterramento do núcleo e carcaça do transformador que contribui para eliminação de roncos. Os capacitores eletrolíticos são para 25 V, exceto C1 que deve ter uma tensão de trabalho de 34 ou 40 V. Os demais capacitores são poliéster. Os resistores são de 1/8 W, Exceto R9, que deve ter uma dissipação de 2 ou 5 W. Os sensores X1 e X2 podem ser construídos com pequenas chapas de metal ou placas de circuito impresso. Na monitoração da tensão de saída utiliza-se um voltímetro ou multímetro na escala de tensão DC.

Fonte de ajuste 0-15 V x 3 A com ajuste fino

Esquema para Instrumentos

Esta fonte de alimentação bem elaborada tem limitação de corrente e ajuste fino de saída.
O valor de R5 intensidade Maximo de corrente de saída e é calculada pela fórmula R5 = 0,65 /\ onde é a corrente em ampéres na saída máxima. R5 deve ser 10 W de fio e P1 e P2 são do tipo multivoltas.
Os transistores 2N3055 e TIP41 devem ser montados de bons radiadores de calor.
P1 faz o ajuste principal da tensão de saída enquanto que através de P2 obtemos um ajuste fino. O transformador tem primário de acordo com a rede local e secundaria de 16 V x 3 A. A ponte retificadora é de 3 A x 50 V, e os eletrolíticos devem ter tensões de trabalho de 35 V ou mais.
O zener de 15 V é de 400 mW ou 1 W e os demais resistores do projeto são de 1/8 W. XRF é formado por 5 espiras de fio esmaltado 14 num bastão de Ferrite de 035 cm de diâmetro e 8 cm de comprimento.