Esquema para Instrumentos

Fonte de 3-35V x 4A

Esquema para Instrumentos

Todo técnico ou mesmo hobista sabe da importância de se ter na bancada uma fonte de alimentação com a maior gama possível de tensões e intensidade máxima de corrente razoável.
A excelente fonte apresentada tem as seguintes características :
Entrada: 110/220V
Saída: ajustável entre 3 e 35 V
Corrente máxima: 4 ampares
Está fonte possui ainda indicador de curto-circuito e proteção contra estes mesmos curto-circuito (figura 1).


Conforme podemos ver, a retificação é feita por 4 diodos e a regulagem vem de um LM723 que excita, com uma tensão de referência, uma etapa de potência com transistores TIP31 e 2N3055 deverá ser montado num bom radiador de calor.
Os resistores R1 e R4 e os potenciômetros PT1 e PT2 formam um divisor de tensão com saída variando entre 3 e 35 V que dá a referência para o integrado fornecer a tensão de saída.
R7, R11 e Q3 formam o circuito limitador de corrente que atua no caso de curto acidental na saída. O led D6 acene se isso acontecer.

Na figura 2 damos uma sugestão de placa de circuito impresso.
O instrumento M1 é opcional já que se trata de componentes caro.
O radiador de calor com o transistor 2N3055 deverá preferivelmente ser montado do lado de fora da caixa.
Na montagem deve ser tomada especial cuidado com a colocação dos componentes polarizados. O transistor Q1 não necessita de radiador de calor.
O ajuste de TP1, que é montado fora da placa, depende da comparação com um multímetro comum ligado na saída da fonte, para calibração de seu próprio instrumento.

Fonte 3 em 1

Esquema para Instrumentos

Esta fonte possui três recursos de grande utilidade para os que trabalham com eletrônica:
a) Iluminação automática de emergência.
b) Saída Simétrica de 12+12 V com 1 A de corrente.
c) Saída ajustável de 0 a 15 V simples com corrente de 1 A.
A tensão retificada é elevada a dois circuitos de estabilização ; 7812 e 7912 fornecendo assim uma tensão simétrica de até 1 A. Nesta saída temos um relé de 12 V cujos os contatos NF são ligados a uma lâmpada e conjunto de pilhas.
Quando este relé deixa de ser energizado pelo corte de energia, a lâmpada acende (deve-se prever a colocação de uma chave para evitar que a lâmpada fique acesa quando a fonte é desligada). O outro estabilizador tem por base um TIP31 cuja a referência de tensão é dada por um potenciômetro de 100 Kº.
Neste potenciômetro podemos ajustar a tensão de saída entre 0 e 15 V sob corrente de até um 1 A. Os integrados estabilizadores assim como o TIP31 devem ser montados em bons radiadores de calor. O voltímetro para monitorar a tensão de saída do setor variável é opcional.

Circuito para teste de SCRs

Esquema para Instrumentos

Este simples circuito serve para verificar o estado do SCRs comuns como os da serie 106 (C106, MCR106, TIC106, etc).
O circuito testa o disparo e verifica também o Se o SCR está bem curto, através de um LED.
Para efetuar um teste, basta colocar o SCR no circuito, observando a disposição de seus terminais.
Se o LED acender, então o SCR está em curto. Se não acender passamos à prova de disparo, a qual é feita pressionando-se o interruptor de contato momentâneo S¹. O LED deve acender e assim permanecer se o SCR estiver com. Nessa situação para interromper a condução do SCR é necessário desligar por um instante a alimentação do circuito.
Se durante todo teste não acontecer, ficando o LED permanentemente apagado, então SCR está aberto.
Os resistores utilizados podem ser de 1/8 W com tolerância de 5 %, já que não se trata de circuito critico ou de precisão. Para a montagem pode se utilizar uma pequena placa de circuito impresso ou mesmo uma ponte de terminais, devido à simplicidade do circuito e ao reduzir numero de componentes.

Amnésia

Esquema para Instrumentos

Um dos problemas que ocorre com as baterias de Nicad é o “Efeito Memória”, que é a perda aparente da capacidade de fornecer energia quando são constantemente utilizadas e recarregadas. Exemplo uma bateria pode funcionar por 5 horas e é utilizada por apenas 1 hora, sendo depois recarregada. Se isso ocorrer varias vezes a bateria terá sua capacidade reduzida.
Para reativar a memória da bateria devemos submetê-la a alguns ciclos completos de carga e descarga, o que é uma operação incômoda se não houver um automatismo para isso.O circuito que propomos, denominado amnésia faz justamente isso.
Funcionamento (com células de um 1,25 V) em principio ajustamos P¹ de modo que a tensão em seu cursor seja de aproximadamente 4 V (a tensão corresponde a 3 células completamente carregadas) P² para 0,6 V , o que corresponde a 3 células completamente descarregadas.
Consideremos então 3 células descarregadas colocadas no circuito.
A tensão no pino 3 do 741 será menor do que o pino 2, e sua saída será baixa. Permanecendo o relé desatracado. Nessa situação as células começam a ser carregadas através dos contatos NF do relé e do gerador de correntes constante (50mA) formado por O² e componentes associados.
Quando as baterias tiverem totalmente carregadas. A tensão no pino 3 torna-se maior e a saída do 741 passa a fornecer 12 V atracando o relé, que desconecta as baterias do gerado de corrente e as conecta ao resistor R, que serve para a descarga. Um outro contato do relé muda a tensão no pino 2 do Cl para 0,6 V. quando as células descarregarem, a tensão no pino 2  do Cl passa a 0,6 V ou menos e o relé desatraca, havendo reinício do processo. O Capacitor C evita oscilação na comutação. Para trabalhar com um número de células diferente basta ajustar o P¹ e p² de acordo com as tensões.

Testador de 555 & 741

Esquema para Instrumentos

O circuito apresentado destina-se a facilitar o teste dos dois circuitos integrados mais comuns: o timer 555 e o amplificador operacional 741.(figura)
Para operar o aparelho, basta colocar a chave seletora na posição correspondente ao o integrado em teste e o estado do componente será indicado pelo led. Seu funcionamento é simples:
Para teste do 555. o integrado é ligado a configuração estável, entrando em oscilação se estiver em bom estado. A freqüência de 1 Hz fará o led piscar. Se isso não ocorrer o integrado encontra-se com problema.
Para o teste do 741, o integrado é ligado como comparador de tensão.
Na entrada invasora (pino3), temos um interruptor de pressão NA que, ao ser pressionado aplicará uma tensão igual a fonte nesta entrada.
Nestas condições o led deve acender indicando a comparação e conseqüente variação de tensão ocorrida nas entradas do Cl em teste. Caso o led fique acesso na ausência de acionamento do interruptor de pressão ou mantenha-se apagado quando o pressionamos, o integrado encontra-se danificado. Para evitar dano ao integrado em teste nunca o insira no soquete com alimentação do provador ligado.   

Protetor p/ fax-modem em no operation

Esquema para Instrumentos

Este circuito protege modems e fax- modem durante os intervalos em que o microcomputador permanece desligado.
Seu funcionamento é o seguinte: quando o microcomputador é ligado, um relé conecta a linha telefônica o modem, é quando o micro é desligado, o relé é desenergizado, desconectado a linha telefônica e garantindo assim a proteção do aparelho a ele conectado.
Este circuito se mostra especialmente interessantes os dias de tempestades, quando as descargas atmosféricas próximas podem gerar transientes capazes de danificar os aparelhos não protegidos que estejam ligados à linha telefônica.

Proteção para fonte

Esquema para Instrumentos

A proteção deste circuito não ocorre somente em caso de curto na carga mas também por uma elevação excessiva de tensão. Um curto no regulador de fonte, devido a corrente muito grande na carga é suficiente para causar danos tanto a carga como a própria fonte. A proteção descrita apresenta as seguintes possibilidade com CH1 podemos escolher 3 modos de operação. Em 0 a fonte não opera, em 1, a fonte opera através de trava volt protegendo a carga sobre excesso de tensão e também a mesma posição, protege a contra curto na carga.
Proteção contra curto na carga: em caso de curto, a tensão cai abaixo da tensão zener de ZD1 e este deixa de conduzir levando Q1 ao corte.
Com isso, a tensão no coletor sobe levando o Cl – 1 ao nível alto na saída. Conseqüentemente, a condução de Q3 ocorre armando RL1 e bloqueando a fonte. O LED monitora este estado, rearmar a fonte depois de desfeito o curto basta pressionar CH3.
Proteção para excesso de tensão: quando a tensão de carga for superior a tensão de zener de ZD2, este conduz levando Q2 a condução e aterrando o pino 2 do CI-2. Com isso ocorre o disparo levando o sistema a uma operação semelhante a vista no caso anterior.O LED um monitora este evento, e o LED 2 simula um curto porque a tensão na carga cai para zero volt.
O circuito opera com 12 V e a tensão de carga pode ficar entre 3e 12 V. Para correntes altas o relé deve ser apropiado.

Mini-gerador de funções

Esquema para Instrumentos

Este projeto tem por base amplificadores operacionais do tipo 741, sendo alimentado por 2 baterias de 9 V.
O circuito também pode ser usado com injetor de sinais.
O bloco formado pelo 741 (lado esquerdo do diagrama) é um gerador de sinais retangulares e tem sua freqüência controlada por P1.
A amplitude do sinal é controlada por P2, figura1.


A chave S1 determina o modo de sinal para a saída.
Para cima o sinal é triangular ou dente de serra, e para baixo o sinal é retangular.
A chave S2 controla a saída dos sinais triangulares.
Para cima ou no meio a saída é dente-de-serra e pára baixo a saída é retangular  As saídas triangulares também tem a freqüência controlada por P1, e a amplitude controlada por P2.
No lado direito do circuito temos outro 741 que opera como integrador.
Na sua entrada temos dois diodos para serem usados opcionalmente e que permite obter uma onda dente de serra na saída.
A alimentação pode ser feita por duas baterias de 9 V ou pela fonte mostrada na figura 2.


Na figura 3 temos as diversas formas de ondas e as posições correspondentes das chaves para sua obtenção.


Os resistores são todos de 1/8 W ou mais e com capacitor usado determinação da faixa de freqüência, sendo 10 nf m ela vai aproximadamente de 100 Hz a 10 KHz.
Alterações podem ser feitas neste componente de modo a se obter outras faixas de freqüências de operação para o aparelho.
Os capacitores podem ser feito de poliéster e para os integrados recomendamos a utilização de soquetes que facilitam a troca em caso de defeito e evitam o aquecimento excessivo na hora da montagem.

Medidor sonoro de capacitores

Esquema para Instrumentos

Este circuito medi capacitâncias de modo simples podendo ser usado na faixa de 10 pF a 1 uF com boa precisão figura1.

Neste circuito Q1 e Q2 são a base de um multivibrador cuja a freqüência depende de C5, C6, R2 e R3 e não é critica. Indica-se que o ajuste seja feito de modo que a freqüência seja tal que fique na ressonância do transdutor (buzzer) em torno de 4,5 KHz. O autor usou um buzzer  Metaloplástico MP-10 para seu protótipo.
O funcionamento é baseado na ponte de Wheatstone, conforme mostra a figura 2.

Se CX for igual C1 o som no buzzer será nulo quando R1 até que a impedância do lado superior da ponte seja igual a impedância do lado inferior. O buzzer MP 10 por ser muito sensível pode facilmente detectar pequenos desequilíbrios na ponte.
Conforme podemos ver no diagrama o circuito é simples de montar.Terminada a montagem, coloque R1 no centro da escala S1 em X1 e ligue a alimentação em S2. imediatamente deve-se ouvir um apito no buzzer. Ajuste R3 para maior volume possível. Feito isso podemos passar a calibração:
Sugerimos a utilização de capacitores de baixa tolerância para a calibração como por exemplo : 100 pF, 150pF, 220pF, 330pF, 470pF, 560pF, 820pF e 1 nF.
Com S1 na posição X1 e CX = 100 pF ajuste R1 até anular o apito no buzzer. Marque então 100 para posição correspondente. Proceda do mesmo modo com os outros valores.
Com utilização de capacitores de boa precisão para C1 até C4 o aparelho estará automaticamente calibrado para as outras escalas bastando marcar os multiplicadores na chave S1.

 

Medidor de h FE com LED indicador

Esquema para Instrumentos

A finalidade desse circuito é medir o h Fe de transistores NPN ou PNP, numa faixa de valores que vai 10 a 1200.
A base do projeto é um Cl TL071 ou TL081 que funciona como comparador de tensão
Funcionamento: quando giramos o potenciômetro para a direita a partir da resistência mínima no circuito de 4,7 Kº, o LED até então aceso, se apaga em determinado instante. Está transição é rápida e precisa, ocorrendo quando as tensões nas entradas do comparador Vc e Vr se igualam em 3 V.
Como a tensão na entrada inversora depende do ganho do transistor em teste, podemos calibrar a escala do potenciômetro que ajusta está condição em termos de ganho conforme a tabela. Está tabela é obtida para uma corrente de 3 mA no coletor do transistor em teste e para um potenciômetro de 2,2 Mº.
Os resistores são de 1/8 W com 5% de tolerância e o potenciômetro deve ser linear.
A alimentação é feita por 4 pilhas pequenas comuns.