Esquema para Instrumentos

Gerador de vídeo

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Este circuito gera sinais de vídeo e possui múltiplas aplicações: quando acoplado a outro módulos auxiliares permite transformar um TV em analisador lógico de 8 canais, em osciloscópio para baixas freqüências (áudio) ou em outro dispositivo do mesmo tipo, dependendo da criatividade do usuário. O circuito também pode ser usados como geradores de padrões para auxiliar na analise de circuitos de luminância de um televisor.
O módulo principal (figura 1) gera os sinais de sincronismo horizontal e vertical e ainda faz o endereçamento da tela. O sinal de vídeo com sincronismo negativo está disponível na saída de vídeom podendo ser acoplado diretamente a aparelhos de TV com entradas A/V (Áudio/Vídeo) ou através do modulador de RF.


Os conectores de A até V fazem a conexão do modulo principal as módulos auxiliares sem do que os de A a H fornecem o endereço binário das 192 colunas, e os conectores J a Q o endereço das 262 linha da tela.O sinal de vídeo gerado pelos modulo auxiliares é enviado ao principal através do conector V.
O modulo analisador lógico (figura 2) possibilita a exibição de até 8 sinais digitais simultaneamente.

As entradas do D0 e D7 são ligadas aos pontos a serem testados, e a entrada grava ao clock do circuito em teste.
Ao ser enviado um pulso positivo a entrada inicio, os sinais D0 a D7 passam a ser gravados na RAM na mesma velocidade do clock do circuito em teste (Max 1 MHz) e quando o numero de bytes gravados na RAM atingir o pré-determinado S¹ o circuito exibe os sinais gravados na TV.
São exibidos conjuntos 16 bytes de casa vez, sendo a seleção feita através do push-button bo PB¹ ( o circuito só aceita sinais com níveis TTL).
O modulo gerador de vídeo (figura 3) produz uma escala de tons de cinza com utilidade para analise de circuito de luminância de TV ( com um modulador de RF externo). As chaves S¹ e S² fazem a seleção entre barras horizontais, verticais ou mistas (quadriculadas).
O modulo osciloscópio (figura 4) permite a exibição de sinais de baixa freqüência (áudio) com uma tensão máxima de entrada de 110 V, mas que pode ser ampliada com alteração no resistor de entrada. 

Fontes para reparos em videocassetes

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Este circuito tem por finalidade de simular a fonte de alimentação de aparelhos de videocassete. As saídas devem ser configuradas de acordo com o conector da placa básica do aparelho de vídeo, assim como as entradas “Power On”
Este circuito fornece 7 tensões básicas para o videocassete, provenientes de 3 transformadores (T¹ a T³).
T¹ fornece 2 tensões através de D¹ esta tensão é retificada e estabilizada por DZ¹ em -29 V, para envio ao sintonizador (tuner) do aparelho de vídeo via pino de saída 5.
Está mesma tensão retificada por D² é aplicada as entradas do Cl¹ e Cl³ e então enviada aos pinos de saída 6 e 8, com valores respectivos de 5 V e 12 V.
Através das fontes formada pelos diodos D³ e D8 temos tensões de 9 V e 6 V chaveadas por  K¹, que acionado por Q8 a partir do sinal de Cl 6.
Nos pinos 1 e 2 teremos tensões de 4,2 e – 29 V, sendo está usadas na polarização do display do videocassete em reparo. As tensões dos pinos 1, 2, 5, 6 e 8 são fixas.

Estação de solda

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Este projeto tem por objetivo manter o ferro de solda a uma temperatura abaixo do ponto de fusão de solda (aprox. 150ºC) enquanto ele estiver fora de uso, e levá-lo à temperatura normal (aprox. 400ºC) rapidamente quando necessário. Este procedimento economiza energia e aumenta sensivelmente a vida útil desta ferramenta.
O coração do circuito é o integrado TCA 780 cuja a finalidade é controlar o ângulo de disparo dos tiristores. Sendo fabricado pela Siemens, esse Cl compara o valor de tensão c.c. aplicada ao seu pino 11 com uma tensão de rampa gerada por R1 e C2.
Se em cada instante estas tensões forem iguais, um trem de pulsos é enviado ao triac. O controle de temperatura é feita por P¹ e o LED verde indica quando a estação está pronta para uso.
Vale lembrar que devemos ligar a estação como indicado. Ou seja, segundo a posição do terminal de fase da rede, pois é dele que se retira o sinal de sincronismo utilizado no controle de potência.
O SCR deve ser dotado de radiador de calor e o transformador tem secundário de 1 A.

Controle de temperatura para soldadores

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Este circuito permite o ajuste da temperatura certa do soldador conforme o tipo de trabalho que está sendo realizado. Evidentemente, O circuito é valido apenas para ferros com elementos resistivos.
A variação da temperatura é feita por meio de um controle de potência com triac.
O ângulo de condução deste componente depende do ponto de disparo do diac e do resistor selecionado por meio de uma chave rotativa.
Se você não encontrar uma chave com tantas posições pode usar bomes e fazer a comutação por meio de um plugue.
Outra possibilidade, mas econômica, consiste no uso de um potenciômetro de 470 Kº.
O triac deve ter sufixo B se a rede for de 110 V e sufixo D se a rede for 220 V. Este componente deve ser dotado de um radiador de calor. Na rede 220 V o resistor em série com LED deve ser aumentado para 22 Kº. Os capacitores são de poliéster para 400 V de tensão de trabalho.

Capacímetro digital

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Este capacímetro opera baseado no tempo de carga de um capacitor, que é proporcional a sua capacitância. O circuito consta de um oscilador, um temporiza dor e três contadores decimais com saída para displays de 7 segmentos.
Com primeiro fazemos o ajuste para escalas de uF da seguinte maneira: com a chave S¹ na posição u ajusta-se o trimpots P¹, P² e P³até se obter a leitura correta nos displays. Na posição x  0,01, de S² devemos obter o display zerado (overflow).
Com o capacitor de 10 nF, coloca-se S¹ em “n” e S² em x 0,1, e ajusta-se P4 até se obetr o valor exato do capacitor nos displays.
A precisão da leitura vai depender da precisão dos componentes usados.
Para os trimpots recomenda-se a utilização dos tipos multivoltas.
A chave S² é de 2 pólos x 3 posições  ( ou mais), e S¹ pode ser do tipo HH.
Os displays são de catodo comum, como o FND500 ou MCD198K. A fonte de alimentação pode ficar entre 6 e 12 V, com corrente superior a 250 mA.
Também pode ser utilizada como bateria de 9 V.
Dependendo do valor do capacitor a ser medido, um sinal de tempo 1,1 R. CX será gerado pelo temporiza dor quando se pressiona PB¹.
Este interruptor habilitará os contadores de modo a fazerem a contagem dos pulsos gerado pelo oscilador.
Desta forma, em função deste pulsos teremos o valor do capacitor testado.
Valores entre 100 pF e 1.000 uF poderão ser medidos em seis escalas diferentes.
Para os ajuste precisamos de um capacitor de 10 uF e outro de 10 nF.

Calibrador de FI AM/FM

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Este circuito tem por base um circuito integrado 7404 (Hex Buffer) TTL e dois filtros cerâmicos que atuam como ressonadores em dois osciladores, que podem usados para calibração de FI de rádios AM e FM.
Os dois osciladores são comutados por meio de uma chave, e além disso temos um circuito modulador, operando na faixa de áudio, com base numa das quatro portas NAND disponíveis no 4093
Os trimpots P¹ e P² ajustam o ponto de oscilação dos circuitos de 445 KHz e 10,7 MHz. Enquanto que P³ ajusta o ton de áudio que modula os sinais.
Na chave S¹ comutamos a freqüência do sinal para calibração, enquanto que a chave S² temos a opção de sinal com ou sem modulação.
A alimentação deve ser feita com uma tensão estabilizada de 5 V, já que temos circuito TTL. Para uma aplicação portátil, 4 pilhas de 1,5 V em serie com diodo de 1N4002 proporcionam a que queda que leva a uma alimentação conveniente para este circuito  

Comprovador 3 em 1

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Este circuito reúne num único sistema três equipamentos de prova que são controlados através de chaves HH.
O primeiro circuito consiste num injetor de sinais que nada mais é do que multivibrador estável cujo o sinal pode ser aplicado nas etapas que se deseja analisar de algum aparelho deficiente. O segundo circuito consiste num teste de continuidade que usa apenas dois componentes.
Se o LED deste circuito acende é porque existe continuidade no circuito em prova. O terceiro circuito consiste num teste de alimentação em que temos chave de 1 polo x 5 posições, através da qual selecionamos a tensão a ser medida.
Se na prova o LED acender isso significa que temos duas tensões nos pontos visados. As tensões devem está na faixa de 1,7 a 12 V.
As funções nas chaves do circuito são as seguintes: S1 serve para ligar e desligar o circuito; Serve para ligar a fonte que vai ser empregado; S3 Serve para ligar as pontas de prova usados a circuito usado e  S4 seleciona as pontas de prova para o teste de alimentação e continuidade. Os LEDs são vermelhos e os resistores de 1/8W.