Esquema de Controle

Controlador de temperatura de 30-60 ºC

Esquema de Controle

Este circuito (figura 1) desativa um relé quando a temperatura ultrapassar um valor determinado por P¹.
O sensor usado é um diodo de uso geral que será inserido num parafuso de 6 mm de diâmetro por 15 mm de comprimento.


Um furo de mais ou menos 4,5 mm de diâmetro é feito na cabeça do parafuso, conforme mostra a figura 2, sendo diodo fixado por meio de cola Aral dite. O ponto de disparo do circuito é fixado em P¹ com base numa referencia de temperatura que pode ser um termômetro comum.
Este circuito pode ser usado para usar uma estufa numa determinado da temperatura, desligando o aquecimento em ciclos regulares quando ele ultrapassar certo valor.
A alimentação do circuito deve ser feita com tensão estabilizada de 12 V.

Controladora de potência para chuveiros

Esquema de Controle

Circuito apresentado permite o controle da temperatura da água de chuveiros.
Na realidade o circuito consiste em um controle de potência com triacs em paralelo de modo a poder controlar uma corrente de até 48 A, sob regime de 220 V, o quem resulta numa potência máxima de 105 600 W, o que é bem mas do os chuveiros comuns exigem, mesmo quando a resistência se encontra totalmente fria.
É claro que este circuito também pode ser usado no controle de outras cargas resistivas, como por exemplo fornos.
Nesta aplicação, entretanto, caso o chuveiro seja do tipo de consumo inferior a 3 000 W pode ser usado apenas um triac.
Na parte pratica não temos nenhum componente de difícil obtenção, a não ser o diac, que pode ser substituído por uma lâmpada neon.
Os resistores são de ¼ ou ½ W, e os fios de ligação devem ter espessura compatível com a corrente.
Os triacs devem ser dotados de radiadores de calor grandes.
O potenciômetro de calor deve estar protegido, de modo a se evitar qualquer problema de contato com o usuário, o que no caso pode ser extremamente perigoso.
Potenciômetro de eixo plástico é o mais recomendado.
Os choques de RF são formados por 40 espiras de fio 16 ou 18 AWG em bastão de Ferri te de 6,3 mm de diâmetro ou maior.

Controle de temperatura para aquário

Esquema de Controle

Este circuito permite manter a temperatura de um aquário dentro de uma faixa ajustada por P1. O sensor é um transmissor ou NTC de 22 K, que deve ficar em contato com água do aquário mas devidamente isolado eletricamente.
A ponte de diodos na fonte pode ser substituída por 4 diodos comuns 1N4002 e o elemento de aquecimento é do tipo comumente usado para aquários montado em tubo de vidro e imerso na água.
O relé MC2RC1 tem contatos para 2 ampéres, suportando perfeitamente a baixa potência dos elementos de aquecimento. O LED monitora o funcionamento do circuito. O fusível entrada é de 800 mA e o transformador tem o enrolamento tem enrolamento primário de acordo com a rede local.
O ajuste ponto de funcionamento deve ser feito com base em experiência prolongadas já que a histerese do aparelho é algo elevado. O resistor é de 1/8 W ou ¼ W e o ajuste tanto pode ser um potenciômetro como um trimpot.

Controle remoto de 5 canais

Esquema de Controle

Baseado no projeto revista fora de série Nº8, projeto 23, o leitor imaginou um controle remoto simples para acionamento de LEDs em seqüência e que pode ser adaptado para controlar aparelhos, como por exemplo um televisor.
Na figura 1 temos um transmissor que tem LED infravermelho TIL32 ou equivalente ou que produz pulsos cuja a freqüência é dada pelo capacitor de 100 nF e pelo resistor de 56 kO.


O receptor tem por base um foto sensor que envia seu sinal a dois transistores e que excitam, diretamente um 4017. Na saída do 4017 o leitor ligou  LEDs que acendem em seqüência a cada comando do transmissor, conforme mostra a figura. No entanto os LEDs podem ser substituídos por drivers com transistores para o acionamento dos relés, o que vai possibilitar o uso do aparelho em outras. O capacitor C deve ser obtido experimentalmente no sentido de filtrar os pulsos do transmissor de modo que a cada .comando tenhamos apenas um pulso e portanto o LED se deslocando alimentado por 4017.
A alimentação do transistor é feita com 3 V e do receptor com tensões de 3 a 12 V.

Controle remoto infravermelho

Esquema de Controle

Este controle remoto por radiação infravermelha pode ligar ou desligar aparelhos à distância (operação biestável) e utiliza poucos componentes de fácil obtenção.
Na figura 1, temos o diagrama do transmissor que consiste num oscilador cuja a freqüência é dada pelo capacitor de 100 nF e pelo resistor de 47k excitando diretamente dois diodos emissores infravermelhos em paralelo.


Operando com apenas 3V os diodos emissores não precisam de resistores limitadores, mas se o circuito for alimentado com maior tensão será preciso limitar a corrente.
Com 6V uso um resistor de 22 ohms e com 9V um resistor de 39ohms.
O receptor consiste em dois foto transistores em paralelo, se bem que um só ou foto-darlington possa dar excelente desempenho com ajuda de sistema óptico que o autor não citou ao descrever o projeto.
O foto-transistor envia o sinal para um transistor amplificador e após ele temos a detecção por dois diodos e a filtragem, obtendo-se a corrente que excita o transistor drive do relé.(figura2).


O relé envia pulsos para um biestável que na verdade é um contador até dois feito com um 4017 e que tem na saída um transistor responsável pela energização do relé final do controle K2.
Os primeiro relé é de 12V e o segundo de 6V. Mesmo sendo para 6V este relé será acionado com os 5V da alimentação do circuito, se bem que a utilização de 7806 em lugar do 7805 garanta uma operação mais segura, caso o leitor assim desejar.
Os resistores são todos de 1/8W e os capacitores eletrolíticos são para uma tensão de trabalho de 16V ou mais.
A alimentação do circuito pode vir de fonte ou bateria e para maior alcance os fotos transistores podem ser dotados de um sistema óptico.
Este sistema consiste num tubo de papelão opaco com uma lenta convergente na sua frente.
O resistor de um 1M na base do primeiro transistor fixa o ganho deste componente podendo ser experimentalmente em função da aplicação.
Dada  apequena potência exigida para o acionamento do relé, o circuito integrado 7805 não precisa de radiador.

Controle remoto multicanais via rede

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Este circuito tem utilidade no controle de diversos aparelhos dentro de uma residência, já que ele aproveita a própria rede de energia para enviar os sinais de comando.
O transmissor consiste num 555 estável que gera sinais controle que são determinados pelo botão a ser pressionado.
Estes sinais modulam uma etapa osciladora de alta freqüência que opera em torno de 455 KHz e que fornecem a portadora para envio do comando via rede.
Utiliza-se na geração deste sinal, uma bobina comum de Fl radio que pode ser obtida de algum aparelho fora de uso.


O receptor obtém o sinal de 455 kHz a partir da rede via Fl¹, que forma um circuito sintonizado. O sinal é amplificado e detectado, entregando-se, na entrada do Cl 567 (decodificador PLL), apenas os tons. O PLL 567 reconhece o tom de áudio e aciona o relé correspondente.
Para a conexão do sinal â rede é importante usar capacitores de poliéster de 100 nF com pelo menos 600 V de tensão de isolamento.
A quantidade de trimpots no transmissor e botões de acionamento determina o numero de canais e de receptores que podem ser controlados.
Ajustes:


Ligue o transmissor e um dos receptores na tomada. Ligue um alto falante no pino 3 do 567; acione um dos interruptores do transmissor e coloque o respectivo trimpot em meio curso. Ajuste Fl¹ para obter o maior volume possível no alto-falante. Repita a operação para Fl²  (esses ajustes deve ser feitos para cada um dos receptores).
Retire o alto-falante e ajuste cada trimpot do transmissor para que gere freqüências correspondentes aos filtros, mas com cuidado para que não ocorram acionamento múltiplos devido a harmônicas.

Controle remoto infravermelho

Esquema de Controle

Com este circuito podemos ligar ou desligar aparelhos eletrodomésticos conectados ao relé. Através de um transmissor de raios infravermelhos. O alcance é de alguns metros, o que significa que trata de aparelho indicado para operação dentro de ambientes domésticos.

Na figura 1 temos um transmissor, que alimenta o led infravermelho, que pode ser de qualquer tipo. O resistor de 22 ohms serve para limitar a corrente neste componente e o resistor juntamente com o capacitor, determina a freqüência de operação.


O receptor tem por base um foto transistor que tem o sinal gerado amplificado por dois transistores. O sinal é aplicado ao pino 14 de um 4017 que tem suas 10 saídas interligadas em dois grupos, de modo a permitir uma operação biestável, ou seja, como um flip-flop. Observe que as ligações são alternadas, o que quer dizer que num primeiro pulso o aparelho, no seguinte desliga, e assim por diante, Num ciclo indeterminado já que ao chegar na ultima saída, o 4017 é automaticamente resetado, ativando-se então a primeira saída.

Um grupo de saída é ligado ao relé que controla a carga extrema, enquanto que o outro grupo é ligado a um identificador (figura 2).

O relé pode ser MC2RC1 ou equivalente econômico, e a alimentação pode ser feita tanto por fonte como por pilhas comuns.

Para maior alcance será interessante montar, tanto o led infravermelho do transmissor como o foto transistor do receptor, num tubo opaco dotado de uma pequena lente convergente, que deve ser posicionada de modo a proporcionar maior rendimento.

Os resistores são 1/8W ou 1/4W e eventualmente o resistor de 1Mº no pino 14 do 4017 ser trocado por trim-pot de 1Mºpara ajuste de sensibilidade.

Controlador de motor de passo

Esquema de Controle

O circuito apresentado controla a rotação de um pequeno motor de passo, sendo constituído basicamente por quatros circuitos integrados de fácil aquisição. O circuito pode ser montado com facilidade numa pequena placa de circuito impresso.
O principio de funcionamento é simples: trata-se de um 555 operando como um clock para um contador up/down que por sua vez tem a saída ligada a um decodificador binário/decimal de duas entradas. Este decodificador gera um seqüência que será detectada pela portas AND. Nas saídas da porta AND para bufferização temos transistores de potência que devem ser dotados de radiadores de calor.
O principio de funcionamento do motor de passo exige a energização de suas bobinas numa seqüência. A chave A serve para determinar o sentido de rotação enquanto a B serve para livrá- lo ou  travá-lo.
A velocidade de rotação pode ser ajustada através de um potenciômetro que atua na freqüência do clock. Todos os resistores são de 1/8 W enquanto que os capacitores são para 16 V ou mais.    

   

Controlador automático de nível de água

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Este circuito tem por função ligar e desligar uma moto bomba (motor) de puxar água ate um reservatório qualquer. Os LEDs 1 a 5 indicam o nível da água, sendo o LED 5 o indicador de nível mínimo e o LED 1 sendo indicador de nível Maximo.
Os resistores R4 e R8 formam o sensor que monitora o acionamento dos LEDs. Eles devem ser dispostos conforme mostra a figura. O sistema deve ser ajustado até que todos os LEDs apaguem quando a água estiver no nível mínimo e para que os LEDs seguintes acendam quando a água subir.
O motor deve ser acionado quando a água atingir o nível do R6 quando então o LED4 apaga. As operações de ligar e desligar não ocorrem em seguida dada a existência de temporização que serve para proteção. Assim quando o LED 4 apagar há um tempo de 5 segundos para que motor seja acionado.
O mesmo ocorre com o desligamento mas com um tempo menor. Isso evita que seja enviado mais de um pulso ao flip-flop (4013). Existe ainda numa proteção formada por P2 (330 K), R32, D1 e C6 que, quando o motor estiver ligado e ocorrer uma falha ocorre o acionamento do LED6 indicando o problema de não subida da água.
Isso evita que o motor fique ligado “em aberto” ou seja, sem haver água para bombear. Se isso ocorrer podemos desligar no botão CH4. O LED 7 indica quando o motor está ligado. CH2, CH3 e o relé devem ter especificações de corrente de acordo com o motor usado, normalmente de 6 a 8 vezes a corrente nominal. CH3 opera na função manual e CH2 desliga o sistema automático. A fiação para o sensor pode ser comprida, já que podemos controlar a sensibilidade por meio de P1.
A distância entre os resistores deve ser constante para haja linearidade de funcionamento. Lembramos que a fonte obrigatoriamente usar transformador pois o circuito opera em contato com água.

Contact

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Com um toque podemos ligar qualquer aparelho domestico e com outro toque desligar, usando este circuito fácil de montar e fácil de instalar.(figura1).


Temos dois circuitos ampliadores para pequenas correntes dos sensores. O primeiro formado por Q 1 e Q2 dispara o SCR que energiza o relé e portanto permite a alimentação da carga. O segundo, de desligamento é formado por Q3 e Q4 que ao ser ativado coloca momentaneamente em curto anodo e catodo do SCR provocando seu desligamento.
O circuito é alimentado com uma tensão de 6 V que deve vir obrigatoriamente de fonte com transformador, já que se for de outro tipo, pode haver o perigo de choque, ou então bateria.
Para maior sensibilidade o ponto de +6 V pode ser ligado à terra o que possibilita um percurso de menor resistência de disparo.
Pormenores do sensores são mostrados na figura 2.
O relé é de 6 V (MC2RC1) que controla até 2 A de carga e os resistores são todos de 1/8 W. Os transistores são comuns e os diodos tanto como os 1N4148 podem ser usados.